Inclusão que gera oportunidades
Programas estaduais para formação e contratação de mães atípicas como profissionais de apoio escolar e auxiliares de inclusão nas escolas públicas.
Candidata a Deputada Estadual — Região Metropolitana do Recife. Nenhuma mãe precisa escolher entre cuidar do filho e colocar comida na mesa.

Tácila nasceu em Palmares, Pernambuco, e foi criada em Ribeirão. Aos 29 anos, é mãe de duas meninas — uma delas com deficiência. Foi essa condição que redirecionou sua história e a transformou em militante da causa das pessoas com deficiência e de suas famílias. É cabeleireira de profissão, formada em Estética e Cosmética, e desde 2024 coordena a ONG Amar em Cabo de Santo Agostinho, ponto de apoio para centenas de famílias atípicas da região.
A filha de Tácila nasceu em 2016 com deficiência. A partir desse momento, ela passou a enfrentar na pele as barreiras de acesso à saúde, à educação inclusiva, à mobilidade e ao respeito.
Em 2018, ingressou como voluntária em uma organização social voltada à pessoa com deficiência. Em 2024, foi a responsável por trazer a filial da ONG Amar para Cabo de Santo Agostinho, onde atua até hoje como coordenadora institucional.
Ao participar da Oficina da Vitória, Tácila compreendeu que Pernambuco carece de uma representação permanente que fale sobre inclusão com a propriedade de quem vive o problema na pele. 'Eu sou a diferença que eu quero no meu estado.'
“Eu não falo sobre inclusão porque estudei apenas nos livros. Eu vivo essa realidade todos os dias. Minha luta não é uma bandeira de campanha; é a minha vida.”
2018
início da atuação voluntária na causa das pessoas com deficiência
2024
estruturação da ONG Amar em Cabo de Santo Agostinho
05
coordenadoras e coordenadores de campanha na Região Metropolitana do Recife e interior
A autenticidade empírica de uma mãe atípica que transformou sua própria dor em estrutura de acolhimento para centenas de famílias.
01
Mãe de uma criança com deficiência, conhece na prática os gargalos de saúde, educação e mobilidade.
02
Estruturou a ONG Amar em Cabo de Santo Agostinho, referência local em acolhimento e articulação de direitos.
03
Cadastro organizado de famílias atípicas atendidas pela ONG, engajadas por identificação de causa.
04
Cabeleireira de profissão, dialoga horizontalmente com as classes populares de Pernambuco.
Três bandeiras nascidas da vivência de uma mãe atípica e coordenadora de ONG.
Programas estaduais para formação e contratação de mães atípicas como profissionais de apoio escolar e auxiliares de inclusão nas escolas públicas.
Fiscalização das leis de inclusão, ampliação do acesso a terapias e exames pelo SUS, e transporte adaptado eficiente.
Apoio psicológico gratuito para cuidadores, capacitação profissional e rede de apoio estruturada para famílias atípicas.
Famílias atípicas, mães trabalhadoras, cuidadores familiares e profissionais da educação e saúde de Pernambuco.
Famílias atípicas
mães, pais e responsáveis por pessoas com deficiência, das classes C, D e E.
Mulheres e mães trabalhadoras
que buscam emprego, renda, creches e valorização do trabalho feminino.
Cuidadores familiares
que precisam de apoio psicológico, qualificação e reconhecimento do papel de cuidar.
Profissionais da educação e saúde
professores, auxiliares e gestores que convivem com a falta de estrutura inclusiva.
Eleitores de renovação
jovens que buscam representatividade e candidaturas com trajetórias autênticas.
Propósito
Retirar da invisibilidade as famílias atípicas e garantir que o ato de cuidar seja reconhecido como trabalho e amparado com dignidade pelo poder público.
Missão
Ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) para propor leis de inclusão produtiva para mães solo, fiscalizar as estruturas educacionais e criar redes de apoio psicológico e terapias especializadas.
Visão
Tornar-se a principal e mais autêntica referência política de defesa dos direitos PcD e valorização dos cuidadores familiares em Pernambuco.
Promessa
Quem vive a luta sabe o que precisa mudar. Inclusão de verdade com oportunidades reais para quem cuida e proteção garantida para quem precisa.
“Por uma inclusão de verdade e dignidade para quem cuida.”
“A força de uma mãe atípica na defesa das nossas famílias.”
“Cuidar também é trabalho.”